sexta-feira, 21 de junho de 2013

Minha mãe foi embora e eu fiquei...

Eu, Marilia; estava com 16 anos quando comecei a participar dos problemas de minha família. Andava percebendo que o clima entre meu pai e minha mãe não andava lá muito bem; até que os ouvi numa discussão acirrada... Eles deviam ter achado que eu já não estava mais dentro de casa. Minha mãe raivosa gritava pro meu pai que ela não era igual as putas que ele andava pegando na rua e ele: - Caralho Norma; só porque quis comer sua bunda?... : - Nunca seu filho-da-puta; nunca vou deixar você me tratar como uma vagabunda qualquer!... : - Você é uma idiota e acha que tudo no sexo é pecado!... Fiquei quietinha no meu quarto e escutei minha mãe: - Você precisa procurar um médico; pois essa sua tara não é normal!... Ele: - Eu sou normal sim... Você é que não deve ser uma mulher normal!... : - Você normal? Onde já se viu um homem na sua idade querer sexo todos os dias e até duas ou três vezes em seguida?... Ele: - Ué... pelo que me lembro; quando namorávamos era você quem me pedia pra te comer quase todos os dias!... : - Mas eu era nova; só que agora não estou mais agüentando você não me deixar dormir pra ser seu depósito de porra!... Mais alguns minutos de muitos xingamentos e minha mãe: - Amanhã vou pra casa de meus pais; quero ficar alguns dias longe de você pra pensar melhor!... Ele: - Se você for; aí é que vou ter que procurar outras mulheres na rua!... Ela: - Vai... vai; assim você me deixa em paz!... Os ânimos foram se acalmando e escutei eles combinando de que me dariam como desculpa de que minha avó não andava muito bem de saúde (e isso era uma realidade) e que minha mãe precisava ficar alguns dias com ela. Esperei a oportunidade pra sair de fininho pra rua sem que eles percebessem. No dia seguinte (sábado) meu pai levou minha mãe para casa dos meus avós e depois ficou o tempo todo em casa assistindo televisão. No domingo e toda semana seguinte ele chegou do serviço e ficou em casa, sentado na sala, pensativo e bebericando várias doses de whisky. Domingo; 3 horas da madrugada, levantei pra ir ao banheiro e notei que meu pai continuava na sala assistindo um filme de guerra; ao me ver: - Vem cá filha; senta aqui um pouquinho comigo!... Mesmo preocupada pelo traje que vestia: sem sultiã e camisola bem fina... Sentei e ele me puxou me abraçando. Foram uns cinco minutos de silencio; só sentindo sua mão acariciando meu braço, até que resolvi perguntar: - Você anda muito triste; não é?... : - É sim; estou sentindo muito falta de sua mãe!... : - Mas ela não vai mais voltar pra casa; não é?... Ele me olhou querendo entender o que eu tinha dito e acabei tendo que lhe falar do dia em que ouvi os dois tendo suas últimas discussões. Ele surpreso: - Mas você ouviu tudo; até os motivos de nossas brigas?... : - Ouvi sim pai!... Ele me pediu pra explicar o que eu tinha entendido e falei de que tinha ouvido minha mãe reclamar de que não queria deixar comer a bundinha dela e ele sorrindo meio sem jeito: - Não foi só por esse motivo que ela quis ir embora!... : - Eu sei pai; é que você também a obrigava fazer sexo todos os dias; não é?... Ele ficou em silêncio e eu ficando de joelhos olhando bem no seu rosto: - Você anda sentindo falta da mãe e de sexo; acertei?... Ele consentiu com a cabeça: - Vai arrumar outra mulher pra fazer sexo com você?... Sorrindo, ele me puxou de encontro ao seu peito: - Ainda não sei filha; mas papai está ficando quase louco pela falta de sua mãe!... Eu que tinha perdido minha virgindade a menos de um mês com um coleguinha do colégio que nem era meu namorado (só tinha alguns paqueras), e andava pensando constantemente em sexo; principalmente depois que ouvi os dois discutindo: - Quer que eu durma com você?... : - Pô filha... Você sabe que não é só a presença de uma mulher que o papai precisa na cama; né?... : - Claro que eu sei pai!... Logo sua mão fez um carinho no meu peitinho por cima do tecido: - Mesmo assim você quer deitar como o papai?... : - Não quero é que você vá pra rua atrás de outras mulheres!... : - Mas você além de minha filha é ainda uma criança que nem imagina o que é sexo de verdade!... : - Sei o que é sexo sim e não tenho medo nenhum!... Ele me olhou franzindo a testa: - Não vai me dizer que você não é... não é... ????. : - Não pai; não sou mais virgem; quer ver?... Deitando no sofá com as pernas viradas pra ele, suspendi a camisola lhe mostrando minha calcinha. Ele sorriu e foi tirando minha calcinha pra em seguida colocar a mão e enfiar suavemente o dedo: - Safadinha heim? Já anda transando com o namoradinho; né?... Foi minha vez de sorrir: - Só fiz três vezes pai!... Eu sentia o dedo dele girando lá dentro da minha boceta que ficava cada vez mais molhadinha e ao vê-lo ajeitando minhas pernas achei que ele ia me comer... Mas ele se debruçando entre minhas pernas: - Que bocetinha linda que você tem filha; deixa o papai sentir o gostinho dela!... Senti ele abrindo meus lábios vaginais com os dedos e em seguida sua língua sendo passada repetidamente: - Aaaaahuuuuuummmmm! Paiiiii... paiiiii... oooohhhhh. Ooooohhhhhh... Sua língua ficava cutucando na portinha da minha boceta como se quisesse entrar até que não consegui mais segurar tendo um orgasmo eletrizante. Ainda me recuperava do prazer que tinha acabado de ter, abrindo os olhos quando vi meu pai de pé tirando sua bermuda deixando a vista seu enorme e duro pinto: - Papai agora vai te levar lá pro quarto!... Ele peladão me pegou no colo e foi até o quarto onde após me colocar sentada na cama foi terminando de tirar minha camisola: - Oh filha; como você é linda!!!... Joguei meu corpo pra trás deitando na cama e ele se esticando ao meu lado foi direto pro meus peitinhos mamar. Aquela boca sugando meus pequenos mamilos durinhos foi acendendo um fogo dentro de mim que levei a mão e segurei o pinto que devia ter três vezes o tamanho do pinto do garoto com que eu transava: - Mete dentro de mim pai; mete!... Ele debruçado olhando dentro dos meus olhos: - Você quer mesmo filha? Quer transar com o papai?... Eu o abracei puxando-o para lhe dar um beijo no rosto: - Quero sim pai; quero ser sua outra mulher!... Só não esperava que ele viesse e me desse um beijo na boca que me deixou sem ar por alguns instantes. Me refazia da surpresa quando senti que ele começava a enfiar seu pinto na minha boceta. Naquele momento senti o quanto era gostoso poder ter um cacete de verdade me penetrando... Senti cada milímetro daquela grossa tora ir entrando dentro de mim que levantei o máximo minhas pernas: Mete pai... mete… enfia tudo... oooohhhhh... oooohhhh... aaaiii... aaaaiii!... Meus gemidos ficaram mais intensos quando ele começou a socar num ritmo alucinante me fazendo ter um novo e delicioso orgasmo. Ainda estava descendo das nuvens quando voltei a sentir suas estocadas e após mais alguns minutos ele tirou rapidamente de dentro da minha boceta pra ficar gozando e esporrando sobre meus poucos e ralos pentelhos. Fomos para um banho rápido e voltamos novamente pra cama. Ele me colocou deitada sobre seu corpo e me puxando voltou a beijar gostoso minha boca e a passar a mão na minha bunda... Ainda sugando a língua do meu pai fui lembrando sobre a discussão dos dois sobre a bunda da minha mãe e senti meu corpo ir se arrepiando todo só de imaginar aquele pauzão na minha delicada bundinha. Mas, minutos depois de muitas passassão de mãos e muitos beijos meu pai me virou sobre a cama e vendo que ele estava novamente com seu pinto duro, só fiquei esperando o que ele ia fazer. Ele subiu novamente sobre meu corpo e novamente enfiou na minha boceta pra ficar mais de 10 minutos socando firme... Tive meu terceiro orgasmos em menos de 1 hora e ele ainda ficou me fodendo por mais uns 5 minutos antes de tirar e esporrar sobre minha barriga. Fui me levar com a boceta bastante ardida, mas feliz por ter descoberto o quanto fazer sexo com meu pai estava sendo prazeroso. Quase 5 horas da madrugada e que voltei pro meu quarto pra que a empregada quando chegasse não percebesse que eu dormi com meu pai. A noite, estava tomando meu banho quando ele chegou e bateu na porta... Abri e ele me agarrando toda molhada me fez ficar com o corpo arqueado apoiando minhas mãos sobre a tampa do vaso: - Oh filha! fiquei o dia inteiro pensando nesse seu corpinho!... Ele me segurando por trás começou a esfregar seu pinto na minha boceta e quando ela ficou um pouco molhadinha ele foi empurrando e como um cachorro sobre a cadela travou seus braços em torno do meu corpo e socou... socou... socou na minha boceta que gozei sentindo minhas pernas bambearem... Ele tirou e gozou sobre minhas nádegas. Terminei de tomar meu banho e ele aproveitou pra tomar o dele. Estava na cozinha colocando nossa janta pra esquentar quando ele apareceu pelado e ali mesmo foi me beijando e tirando minha roupa... Colocou-me debruçada sobre a mesa da cozinha e novamente veio metendo sua pica na minha boceta. Jantamos e depois fui pra sala assistir a novela das sete... Depois da novela fui pro meu quarto estudar e só saí de lá as 10 da noite. Ao encontrar meu pai saindo da sala, ele me abraçou e: - Vamos lá pro quarto filha?... Fiquei assustada e comecei a dar razão pra minha mãe de que ele precisava se cuidar daquela tara. Mas, mesmo assim fui e ele me deu uma chupada na boceta tão caprichada que deixou meu corpo todo mole após eu ter gozado... Ele ao me virar de bruços e ficar beijando minha bunda, me fez desconfiar de suas intenções com o meu traseiro. Com medo, tentei me virar e ele pressionando meu corpo sobre a cama: - Está com medo igual sua mãe?... Consegui me virar e olhando pra ele: - Porra pai... Isso deve doer muito!!!... Ele deitando do meu lado e me dando beijinhos na boca: - Se doer; prometo que eu paro!... Pensei, pensei e achei que não faria mal nenhum experimentar: - Tá bom pai; mas você promete que não vai me machucar?... Ele saindo da cama e indo no criado mudo pegar uma bisnaga que vim saber depois que era própria pra sexo anal: - Garanto que depois você mesma vai querer dar a bundinha novamente!... Ele me fazendo ficar numa posição estranha de quatro passando aquela pomada em torno do meu ânus: – Aaaaiii... O que você está fazendo?... Ele estava enfiando o dedo no meu ânus: - Isso é pra lubrificar e evitar que você sinta dor!... Fiquei olhando ele passando também no seu pinto e logo vindo ficar atrás da minha bunda. Nem bem ele encostou seu pinto e fez um movimento pra eu sentir que algo estava abrindo meu ânus... Ele ficou parado com a cabeça do seu pinto enfiado: - Tudo bem filha? Posso continuar?... Senti a borda do meu ânus latejando e uma dorzinha aguda. Era uma dor suportável e firmando minhas mãos sobre a cama: - Pode pai... enfia pai... enfia mais!... Ele foi empurrando aquele pauzão pra dentro da minha bundinha até encostar seus pentelhos nas minhas nádegas. Eu gemia e ele novamente parado me perguntou o que eu estava sentindo: - Esssstouuuuu bemmmm paiiiiiiiii... continua pai... continua!... Senti ele puxando seu pinto pra trás e logo ele veio novamente escorregando pra dentro do meu ânus: - Oh filha... Como seu cuzinho é gostoso... hummm... hummmm!... Era uma dor tão gostosa que eu sentia que rebolava enquanto ele ia aumentando a força das socadas. Abraçada com o travesseiro senti seu pinto jorrando uma quantidade enorme de esperma dentro de mim. Depois de duas semanas com meu pai me fodendo (já usando camisinha) sem parar e eu já toda ardida tendo que alivia-lo chupando seu pinto e às vezes apenas lhe masturbando com as mãos; ele se conscientizou de que precisava ir a um médico pra se travar. Foi constatado que aquilo realmente era uma doença e num tratamento que durou 2 meses (60 dias), acho que fizemos sexo pelo menos umas 100 vezes até ele se contentar em sexo +- quatro vezes por seman

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